Copa 2018
aniversario
f1

crimes cibernéticos causaram prejuízos de US$ 22 bilhões ao Brasil



Os riscos cibernéticos continuam causando muitos danos às empresas. Em 2017, ameaças à segurança de redes gerou milhões em perdas para grandes empresas, que tiveram dados sigilosos acessados por hackers. De acordo com um estudo da Cyber Handbook, até 2019 estima-se que as perdas com esse tipo de crime podem atingir US$ 2,1 trilhões. A vulnerabilidade no sistema de segurança, pode gerar a perda de dados sigilosos, resultando em sérias consequências reputacionais e financeiras para as organizações.

O Brasil possui números alarmantes: é o segundo país que mais perdeu financeiramente com ataques cibernéticos, atrás apenas da China. Em 2017, cerca de 62 milhões de brasileiros foram vítimas de cibercrime, o que representa 61% da população adulta conectada do país. De acordo com estudo Norton Cyber Security Report, em 2017, os crimes cibernéticos causaram prejuízos de US$ 22 bilhões ao Brasil, sendo que cada vítima perdeu uma média 34 horas com as consequências dos ataques.

No caso mais recente, no Brasil, as informações de mais de dois milhões de clientes de um e-commerce foram vazadas, depois que um hacker conseguiu ter acesso a nome completo, data de nascimento, CPF, valor gasto e data da última compra das pessoas cadastradas. Para amenizar os impactos negativos destes ataques, uma saída é contratar um seguro cibernético, tipo de seguro que dá todo o suporte para investigar e sanar os danos causados por ameaças cibercriminosas. É uma proteção contra prejuízos por invasões de hackers, extorsão, lucros cessantes e roubos de dados digitais, que causem prejuízos para a empresa ou para os clientes prejudicados por esses ataques. Mesmo ainda sendo pouco conhecido no Brasil, o seguro cibernético teve um crescimento expressivo no país: entre maio e dezembro de 2017 a procura por esse produto aumentou 200%.

O relatório Looking ahead: Cyber Security 2018, produzido anualmente pela FireEye destaca que há o lado bom dos ataques, uma vez que empresas públicas e privadas e os governos têm buscado a inovação de seus departamentos internos – tanto em produtos quanto em estratégias – para que estejam aptos a detectar e responder mais rapidamente às ameaças.